Seu app passou na demonstração com dado de mentira. Ninguém sabe se ele aguenta o real.
Descubra tudo que pode quebrar no seu app antes que seu usuário encontre primeiro.
Você tem 2 horas de curso prático pra aprender a testar seu app com dado de verdade, não só “teste1”, “teste2”, e a checar se o teste que você criou pegaria um erro de verdade (a técnica chama mutation testing, e nenhum concorrente ensina isso hoje).
Suite de teste gerada a partir de especificação, ao vivo
Mutation testing revela se seu teste detecta erro de verdade
Validação com dado real, antes de qualquer deploy
Você testa com “teste1”, “teste2”, um nome sem acento, um campo sempre preenchido. Funciona. Aí um usuário de verdade digita um nome com acento, deixa um campo vazio, ou a API demora mais que o esperado, e quebra.
Isso tem um nome: protótipo validado só com dado de mentira, nunca com dado que se parece com o real.
Existe um levantamento técnico sobre por que app com IA quebra em produção: gap de teste e observabilidade e nenhuma integração com dado real estão entre as causas mais citadas, código só testado no caminho feliz, sem suite de teste real, sem log de produção.
Não é falta de cuidado. É falta de testar o que realmente vai acontecer, antes de acontecer.
O teste que só passa com dado perfeito não prova que seu app funciona. Prova só que ele funciona quando nada de real acontece.
Em entrevista técnica, “funciona na minha máquina” não é resposta. O que separa quem passa de quem não passa é conseguir mostrar um teste em que confia, e explicar por quê.
Empresa que leva teste a sério em 2026 espera que você saiba usar IA pra gerar suite de teste a partir de uma especificação, mas com revisão humana obrigatória, e que saiba a diferença entre teste que só roda e teste que realmente verifica algo.
Quem chega com essa prova na mão, e sabe citar mutation testing como o jeito de checar isso, sai na frente de quem só diz “eu testo tudo”.
Não é sobre escrever mais teste. É sobre provar que o teste que você escreve serve pra alguma coisa.
Você vai ver um app passar numa demo com dado fake e quebrar com nome acentuado, campo vazio e resposta lenta de API.
Você vai gerar uma suite de teste a partir de uma especificação simples, cobrindo caminho feliz, caso negativo e caso de borda, e vai aprender mutation testing: mudar uma linha de propósito pra ver se o teste percebe o erro.
Você vai simular condição real (resposta de API real, latência real, campo com acento ou emoji) e ver o que quebra que o dado de mentira nunca revelou.
Você vai entender o risco de teste self-healing sem aviso, e criar a regra de que toda correção automática fica registrada pra alguém revisar.
Você vai rodar o pipeline completo com CI/CD e aprender a levar um exemplo de teste confiável pra entrevista técnica.
Isso é o que separa um teste que só roda de um teste em que você pode confiar.
Seu app já funcionou numa demonstração e quebrou (ou você tem medo que quebre) com usuário de verdade.
Você gera teste com IA, mas nunca teve certeza se aquele teste pega erro de verdade.
Você quer uma prova concreta pra levar pra entrevista técnica, não só “eu testo tudo”.
Você quer configurar um pipeline que testa sozinho, toda vez que sobe código.
Se você procura uma introdução teórica sobre “o que é teste de software”, sem gerar e quebrar teste de propósito na tela, esse não é o curso.
Se você acha que teste que passa já é suficiente, sem checar se ele detecta erro de verdade, o curso vai te incomodar.
E talvez seja exatamente isso que estava faltando.
Risco zero: assista o curso e, se sentir que não valeu, avise em até 7 dias, devolução de 100%, sem formulário, sem pergunta.

Tech Lead com 15+ anos de mercado, IBM, Citi Brasil, DXC, Sodexo. Mestrado em Processamento de Sinais (UFSCar). Professor universitário.

Full Stack dev (React, Node.js, Supabase). Estrategista digital e Gestor de Tráfego com R$150k/mês gerenciados.
Serve principalmente pra você, o curso não ensina só a gerar teste, ensina a checar se o teste gerado detecta erro de verdade (mutation testing), que é o passo que quase ninguém faz.
Não. O módulo 5 introduz CI/CD do zero, com a mesma fórmula dor → nome → motivo dos outros termos técnicos do curso.
O raciocínio e os prompts são independentes de linguagem. A demonstração ao vivo usa JavaScript, mas o mesmo padrão vale pra Python, Java ou qualquer outra.
Sim, com atualizações por 12 meses incluídas.
Pix ou cartão em até 12x de R$4,89.